ANIVERSÁRIO EFA NS BALTAR - 25/02/09


O Curso EFA/NS da Escola Secundária Daniel Faria de Baltar completou, no dia 25 de Fevereiro de 2009, um ano de existência. O aniversário foi comemorado com um jantar que promoveu um salutar convívio entre todos - Formandos, Formadores, representantes do Conselho Executivo e do Centro Novas Oportunidades de Baltar, Auxiliares de Acção Educativa, entre outros.
Deixamos aqui o nosso especial agradecimento a todos aqueles que dinamizaram, participaram e animaram este evento.
PARABÉNS EFA NS BALTAR :)

OS RISCOS DA INFOEXCLUSÃO



Em menos de uma geração, as novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) já se tornaram indispensáveis. Hoje, mais de metade das casas na Europa tem acesso à Internet e quase todas as pessoas têm telemóvel. No entanto, a infoexclusão é um dos grandes desafios da nossa sociedade. Quanto maior é a integração das TIC nas nossas vidas e na economia, maior é a fractura entre quem tem acesso e quem não o tem.


“A infoexclusão é o maior problema do século XXI, não porque seja assim percepcionado, mas por estar na base de todos os outros problemas, das assimetrias, e da falta de oportunidades que encontramos no mundo. A infoexclusão não é apenas digital, é também funcional; são pessoas que, independentemente de terem acesso aos meios, não têm qualificações mínimas para serem actores do mundo global em que hoje vivemos. Por isso, o combate à infoexclusão é a chave de qualquer estratégia progressista, visando uma igualdade de oportunidades, e ao mesmo tempo uma redução das assimetrias e um desenvolvimento sustentável.”
Entrevista a Carlos Zorrinho, Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, em “Sustentabilidade”, Publicação Nº14, Março 2008.

(Informação recolhida por Ana Sousa, Nuno Rocha e Paulo Ferreira - turma A; Cartaz elaborado por Rafaela de Sousa - turma C)

REDES E TECNOLOGIAS

REDES E TECNOLOGIAS

MEDIA E INFORMAÇÃO

MICRO E MACRO ELECTRÓNICA

COMUNICAÇÕES RÁDIO

ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA

PATRIMÓNIO HISTÓRICO E CULTURAL DA SUB-REGIÃO DO VALE DO SOUSA

"A sub-região do Vale do Sousa possui um importante e valioso património constituído por edifícios românicos. Estes são parte integrante da memória colectiva mas, igualmente, representam um potencial de qualificação cultural e turística do território.
Nesse sentido, no seio do Plano de Desenvolvimento Integrado do Vale do Sousa (PROSOUSA) surgiu a ideia de valorizar este património, em colaboração com o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e com a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), tendo sido elaborados relatórios preliminares que fizeram a selecção do património que poderá integrar a Rota do Românico do Vale do Sousa (RRVS).
O relatório incluiu 19 imóveis, que foram alvo de processos de inventariação e orçamentação das intervenções a desenvolver pela DGEMN, com vista à recuperação, beneficiação e criação de condições de visitabilidade aos imóveis e a implementação de um itinerário de visita integrado para a valorização cultural e divulgação turística.
Paralelamente, determinou-se a necessidade de trabalhar na componente imaterial do projecto, elaborando-se uma monografia sobre o património românico do Vale do Sousa enquanto elemento estruturador da Rota."

Para mais informações, consultar: Rota do Românico do Vale do Sousa

PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

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POLÍTICAS PÚBLICAS E IMIGRAÇÃO

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MAUS TRATOS A CRIANÇAS E ADOPÇÃO

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O DESAFIO DA CIDADANIA DEMOCRÁTICA

Os Coristas - Trailer

O desafio da cidadania Democrática

“As tendências de inserção da cidadania na educação, em termos formais e informais, requerem uma reflexão profunda que aborde aspectos fulcrais, sem os quais é muito difícil construir o que hoje é comummente aceite como uma educação para a cidadania democrática. A educação para a cidadania democrática considera duas dimensões complementares: uma dimensão objectiva, referente a ângulos institucionais e jurídicos e ao estatuto de cidadania, e uma dimensão subjectiva, que diz respeito, essencialmente, ao exercício individual ou colectivo de participação solidária na colectividade, reforçando o sentimento de pertença (...)
A cidadania é inócua sem democracia. A cidadania significa dar espaço à alteridade (consciência de exirtir um não-eu, um outro para além de si próprio) e confere sentido à existência própria e dos outros em liberdade, reconhecendo diferentes existências e subjectividades. (Santos, 2000)
Todos os que partilham vivências democráticas através da aprendizagem reflexiva da cidadania democrática e da sua prática comunitária apelam ao pensamento crítico e à reflexão sobre a acção, recriando as suas experiências. Qualquer destas posturas tem necessariamente como pano de fundo atitudes de abertura, de desconstrução de premissas de vária ordem, mesmo as mais enraizadas e comummente aceites pelas representações sociais estereotipadas.”

(Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos – Nível Secundário)

APLICAÇÕES FINANCEIRAS

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RISCOS DE ENDIVIDAMENTO

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